Oz Energia aposta na diversificação da oferta

Quarto maior comercializador de gás de garrafa é controlado pelo empresário Manuel Champalimaud. Tem 11% de quota de mercado.
A OZ Energia, um dos principais activos do universo empresarial de Manuel Champalimaud e o quarto maior operador nacional de gás em garrafa (butano e propano) e a granel, quer diversificar o seu leque de produtos e serviços, apostando numa oferta integrada de energia e na fidelização do cliente.
Com 11% de quota de um mercado onde imperam alguns dos gigantes do sector, como a Galp, Repsol e Rubis, a OZ Energia procura assim alinhar a sua estratégia de crescimento às necessidades dos clientes, explica o seu presidente, Emanuel Freitas. Um objectivo que tem implícito as características deste negócio, apontado pelo gestor como “extremamente competitivo” e “maduro”.
Criada em 2009, na sequência da aquisição de parte dos activos da Esso Portuguesa – que por decisão da Autoridade da Concorrência não puderam ficar na esfera da Galp -, a Oz Energia acabou por se posicionar, ainda que em menor escala em mais três áreas de negócio: gás canalizado e combustíveis para aviação e automóveis.
A este portefólio junta um conjunto de infra-estruturas logísticas e de armazenagem, centradas na margem Sul de Lisboa que lhe permite importar gás. É também aqui que detém uma linha de enchimento de garrafas.
“Desenvolvemos a actividade com base no terminal marítimo da Trafaria e recorremos ao refinador nacional [Galp]. A nossa operação comercial tem cobertura nacional”, acrescenta o mesmo responsável.
Mais-valias que estão na base do crescimento da empresa ao longo dos últimos anos, mas que constituem também uma barreira a uma estratégia de crescimento mais arrojada.
Emanuel Freitas explica que este “é um negócio que implica investimentos elevadíssimos, quer na criação, quer na manutenção de novas infra-estruturas”.
Um cenário que o Governo de Passos Coelho procurou mitigar com a nova lei de base do sector petrolífero que visa abrir a terceiros o acesso do oleoduto e da armazenagem da Companhia Logística de Combustíveis (CLC), detida pela Galp, Repsol, BP e Rubis, cujos contornos não estão, no entanto, ainda totalmente clarificados.
“Reestruturámos recentemente a empresa e redefinimos o modelo interno de gestão, missão e valores. Queremos conduzir a empresa para uma oferta mais abrangente de produtos e serviços. O complemento de várias ofertas potencia o alargamento, a diferenciação e o crescimento da empresa em diferentes segmentos de mercado”, sublinha o gestor.
É neste contexto que se insere a aposta na biomassa. Mais concretamente, na comercialização de ‘pellets’ e equipamentos de queima, usando a sua rede de parceiros. “Para tal, recorremos a produtores nacionais, fazemos o embalamento com a nossa marca e privilegiamos a venda do produto na nossa cadeia de distribuição”, refere o presidente da Oz Energia.
Na forja estão já mais iniciativas para 2016. “Tentamos não ser seguidores e estamos atentos às tendências”, sublinha Emanuel Freitas.
Com um volume de negócios que ascendeu, no último ano, a cerca de 200 milhões de euros – receitas onde o gás de garrafa é o principal protagonista -, a OZ Energia deverá, em 2015, registar um decréscimo da facturação. Uma performance justificada pela queda do preço do gás.
Devido à participação da Gestmin na estrutura accionista da Redes Energéticas Nacionais, a gestora das infra-estruturas nacionais de electricidade e gás natural, a OZ Energia foi obrigada a deixar cair a ambição de comercializar gás natural. Uma medida que foi imposta pela Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos.
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